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publicado por Alvaro Faustino, em 26.08.14 às 17:26link do post | | adicionar aos favoritos

 A Holanda continua com uma previsão de crescimento económico

          Segundo as notícias que vieram a público nos meios de comunicação holandesas, o Governo está já a preparar o orçamento para o próximo ano. Segundo essas mesmas notícias, baseadas em declarações do Vice-Ministro Asscher, o plano governamental para Economia, prevê um ligeiro aumento do poder de compra na Holanda.

Segundo Asscher "o próximo ano será melhor, mas ainda não será um ano de festa".

 

Tanto os partidos da coligação como alguns da oposição, estão a acertar planos para recuperar a economia no próximo ano. Mais investimento na criação de postos de trabalho, um ligeiro afrouxar nos impostos e um plano para aumentar o poder de compra da população, são os principais pontos, a serem conhecidos oficialmente a 16 de Setembro, no Dia do Príncipe, onde o Rei Willem-Alexander dará a conhecer os objectivos do próximo ano.

 

Por outro lado, vamos continuar a ter cortes nas pensões e subsídios sociais e os Municípios continuarão com um forte plano de poupança, entre os quais, a extinção da prestação de cuidados a idosos no lar. Segundo Halbe Zijlstra, líder parlamentar do VVD, "já se consegue ver luz ao fundo do túnel, embora nem toda a gente terá mais dinheiro para gastar, mas no geral a situação será melhor."

 

Notícias originais:

Aumento Poder de Compra - Jornal AD (holandês)

Criação de Postos de Trabalho - Jornal AD (holandês)

Orçamento 2015 DutchNews - (inglês)

 

De uma forma geral, a Economia tem melhorado ao longo de 2014, bem como a taxa de desemprego, que aos poucos vai baixando, embora ainda esteja em valores recorde. Os valores do crescimento tem subido aos poucos ao longo dos trimestres para valores positivos. Nos Centros de Emprego holandeses, ainda se nota muito movimento, em algumas cidades tem mesmo havido problemas no atendimento devido ao fluxo de pessoas que recorrem a estes centros, mas a taxa tem vindo a baixar desde o inicio do ano.

Esperemos um 2015 melhor... e mais amigo da carteira.

 

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publicado por Alvaro Faustino, em 23.08.14 às 14:22link do post | | adicionar aos favoritos

Chuva de ontem provocou problemas de circulação nas vias holandesas 

          Verão de 2014. Ainda 10 dias de Verão meteorológico pela frente, mas que não terá mais chances de se mostrar. Em média, já caíram na Holanda, 225 milímetros de chuva e, até ao final destes 10 dias, são esperados mais 50. Muito, mas muito acima do normal para a época.

Junho foi especialmente seco, mas Julho, muito mais chuvoso que o habitual. Quanto ao Agosto, esse é um dos mais chuvosos desde que há registos meteorológicos na Holanda.

A acompanhar as chuvas de Agosto, vem também um anormal tempo frio, atirando esta época do ano, para um dos 10 mais frios de sempre.

 

A temperatura média registada tem sido de 15.2º C, o mais baixo desde 1968, sendo que o normal seja de 20.7º C. O recorde de temperatura baixa no Verão foi no ano de 1912, com uma temperatura média registada de 13.7º C.

 

Já em relação a este ano, os especialistas em meteorologia não prevêem um grande aumento de temperaturas para os próximos dias. Os dias poderão ser mais quentes, mas as temperaturas não deverão subir acima dos 20º C, quando o normal anda à volta dos 22º C. O culpado é uma baixa pressão que se mantêm entre a Holanda e a Escandinávia, trazendo ar mais frio das regiões polares.

 

Notícia original:

Jornal AD (holandês)

 

O dia de ontem mostrou-se muito atípico para um mês de Agosto (reportagem da RTL com vídeo, sobre as chuvas de ontem, sexta-feira). É do conhecimento popular holandês que em Agosto já cheira a Outono neste país, mas este ano tem-se revelado mais do que isso.

Com fortes aguaceiros, trovoadas e tempo frio, tem-se revelado provavelmente, como irá ser o Inverno na Holanda, fazendo-nos desde já guardar, todas as nossas roupas de Verão no armário.

Oficialmente, podem guardar os vossos calções e biquínis. O Verão na Holanda já disse "tot ziens".

 

 

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publicado por Alvaro Faustino, em 10.08.14 às 14:32link do post | | adicionar aos favoritos

 

          No jogo politico de boicotes entre a União Europeia e a Rússia, que veio a ser agravada por parte da Holanda com a queda do avião malaio na Ucrânia, ao que tudo indica, abatido por um míssil russo nas mãos de separatistas pró-russos, começam agora a chegar as facturas desta situação para pagar. A Rússia, em resposta ao boicote, veio também ela boicotar a importação de produtos europeus.

Empresas holandesas já começaram a sentir os efeitos deste boicote russo, entre elas as estufas de tomate Zwinkels em Zevenhuizen, arredores de Rotterdam.

 

Robert Zwinkels e os seus dois irmãos, iniciaram este negócio nos anos 80 e contam com duas estufas de tomate que perfazem 140.000 metros quadrados. Desta área, cerca de um terço era destinada à exportação para a Rússia que neste momento não acontece devido ao boicote de Putin a produtos alimentares europeus. 

Segundo Zwinkels, "há duas semanas atrás, o preço do tomate situava-se nos 60 cêntimos/quilo, um preço normal de mercado, mas neste momento desceu abruptamente para os 10 cêntimos/quilo".

A razão por tão acentuada queda no preço deve-se ao facto de a Rússia ter boicotado também na semana passada a importação de produtos da Polónia. Assim sendo, os produtores de tomate polacos procuraram o mercado alemão, havendo mais oferta de produto e fazendo com que o preço caí-se.

Ora o problema dos produtores holandeses, segundo o empresário e produtor, está em "não poderem colocar mais oferta no mercado alemão devido já aos baixos preços que não dariam nem para cobrir o investimento de uma colheita e o mesmo aconteceria em outros mercados. Colocar mais oferta em outros mercados iria originar o mesmo problema nesses países, não só para os produtores holandeses, mas também para os do próprio país".

 

Segundo Zwinkels, outro problema com o boicote russo foi a altura do ano. "Nesta altura de férias existe já naturalmente um excesso de produtos nos mercados mas que é escoado durante o período de Inverno". Diz ainda que este "é um problema político e por isso devem estes mesmos políticos a ajudar os vários sectores afectados por estes boicotes. Não devem ser os produtores a pagar a factura da politica".

 

O partido holandês VVD fez já saber que deverá haver um trabalho em conjunto com todos os países europeus de forma a encontrarem uma solução para as contra medidas da Rússia. O CDA quer que se inicie um fundo de investimento de emergência de forma a ajudar os produtores afectados. E também o PvdA diz ser importante que toda a Europa fale a uma só voz em reacção ao boicote de produtos europeus por parte da Rússia.

 

"Se estas consequências não forem absorvidas pela União Europeia e pelos Governos, não irá demorar muito até que vejamos os primeiros produtores a fecharem portas". Em relação à sua própria empresa, Zwinkels diz que, "se não vendermos o nosso produto, naturalmente não temos dinheiro para pagar as nossas despesas".

 

Noticia original:

Metro Nieuws (holandês)

 

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publicado por Alvaro Faustino, em 03.08.14 às 19:10link do post | | adicionar aos favoritos

Deslizamento de um dique na cidade de Wilnis, em 2003 

          9 milhões de habitantes, 60% do território, são estes os números de um país abaixo do nível do mar.

Em 1953 acontece na Holanda o maior desastre natural dos últimos 500 anos. Grande parte das províncias de Zeeland e Holanda do Sul sofrem com o rebentamento de diques marítimos. Cerca de 2000 mortos, milhares de desalojados, perdas enormes na agricultura com o alagamento do terreno por água salgada do mar e a morte de animais. A Holanda descobre assim da pior maneira, a fragilidade dos seus diques contra o Mar do Norte.

Com este desastre natural, a Holanda cria a Comissão Delta, encarregue de debater ideias, planear projectos e executar obras que visem proteger o país das águas bravias do mar.

Nasce assim o Deltawerken.

Imagens das cheias de 1953, em inglês

O Deltawerken foi um dos maiores projectos mundiais de forma a proteger um país contra o mar. Foram construídos e reforçados inúmeros diques e barragens em toda a zona costeira holandesa. Os mais conhecidos são a Philipsdam ou o Haringvliet, mas também o Afsluitdijk faz parte.

O Deltawerken ficou concluído em 1997 com a inauguração do Maeslantkering na região de Rotterdam, uma das maiores estruturas móveis do Mundo e juntamente com os restantes projectos, consideradas uma das 7 Maravilhas da Engenharia Moderna pelo Colégio de Engenharia Norte-Americano.

Teste do Maeslantkering, em Rotterdam

Hoje em dia, um exemplo de perseverança e engenharia para outros locais no planeta. A cidade de Veneza está a aplicar um projecto semelhante para se proteger das águas do mar e a cidade de New Orleans pegou em ideias deste projecto depois do furacão Katrina ter devastado a região.

Imagens aéreas do Deltawerken

O Deltawerken protegeu o país durante o século XX mas uma coisa que a Holanda também aprendeu em 1953 foi, não viver para o presente. A Holanda vive para o futuro e por isso, em 2011 foi criado o Plano Delta.

 

Este novo plano será concretizado para proteger a zona delta dos principais rios: o Rijn, Maas, Scheldt, Eems e todos os seus braços e canais que fazem parte deste delta. Esta área tem uma probabilidade de inundação de 59% e com as mudanças climáticas,o aumento do nível do mar e as previsões de clima extremo com fortes chuvas e tempestades, é de extrema importância proteger as populações destes locais.

 

Em termos orçamentais, que está já a ser debatido no Parlamento, contará com um fundo de investimento na ordem dos mil milhões de Euros anuais, já a iniciar em 2015 e a ser finalizado até 2050. Espera-se assim proteger o país até ao final deste século.

Notícia sobre o inicio do Plano Delta, em holandês

Em termos práticos, o plano prevê o aumento da altura, na ordem dos 50 a 100 cm, e reforço dos diques ribeirinhos. O plano quer aumentar a altura e resistência dos diques em longas extensões destes rios, protegendo assim as cidades e povoações ao longo destes cursos de água.

Também serão criados espaços para os cursos de água formarem lagos ou baías temporárias, o programa Ruimte Voor de Rivier (Espaço Para o Rio). Isto quer dizer que, em caso de excesso de água nestes rios e dificuldade de escoamento para o mar, devido a intempéries ou correntes marítimas anormais, poderão libertar este excesso nestas zonas temporárias de escoamento, permitindo assim a manutenção de níveis de água seguros e cheias potencialmente devastadoras em locais mais populados. Tornar os rios mais profundos ou o alargamento das suas margens poderão ser uma solução em caso de excesso de água.

Explicação do programa Espaço Para o Rio, em holandês

Espera-se assim proteger a Holanda até ao ano 2100.

 

Para mais informações, consulte:

- Deltawerken (holandês, inglês, alemão, francês e espanhol)

- Comissão Delta para o Delta Plan (inglês)

- TU Delft, Universidade Tecnológica de Delft, departamento de Engenharia Hidraulica (inglês)

- O livro The Dutch and Their Delta, Living Below Sea Level, de Jacob Vossestein, e editado pela Xpat Media (em inglês) também é interessante para uma pequena pesquisa sobre a geografia e história da sociedade holandesa e a sua relação com a água.

- Espaço Para o Rio (holandês) com todos os projectos para consulta.

 

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publicado por Alvaro Faustino, em 02.08.14 às 21:52link do post | | adicionar aos favoritos

Te Huur = Aluga-se 

          É uma das maiores dificuldades com que o imigrante se depara na Holanda. A dificuldade de alugar uma casa ou apartamento é extensível até aos próprios holandeses. Encontrar um lar, pelo menos do nosso agrado, não é fácil.

Existem muitos pontos a ter em consideração, tais como localização, a vizinhança, o acesso a transportes públicos, a distância do trabalho, proximidade de supermercados, locais centrais ou mais periféricos, etc... Mas existem outros pontos a considerar, sendo o mais importante, o quanto podemos gastar mensalmente num aluguer. Depois de tudo isto ponderado, existem ainda 10 pontos comuns e de grande importância ao procurar e escolher o seu lar na Holanda.

 

1- FUROS E PINTURAS

Quando nos mudamos para uma casa, gostamos de nos sentir em casa, mas mudar a decoração interior, para se adequar aos nossos gostos, é algo que deve ser discutido com o proprietário. Poderá perguntar à agência sobre estas possibilidades, mas é o dono que terá a última palavra.

O proprietário poderá permitir as pinturas e furos nas paredes para os nossos retratos e obras de arte, mas normalmente quando isso acontece, aquando da sua saída, terá de devolver o espaço no seu aspecto original.

Poderá por vezes, se tiver a sorte de encontrar um bom senhorio, de ele mesmo realizar a pintura.

O que deve fazer, antes de realizar qualquer mudança, é certificar-se do que pode e não pode realizar.

 

2- PREPARE-SE PARA PUXAR OS CORDÕES À BOLSA

É para muitos o mais doloroso de fazer. Pagar os custos no inicio de um arrendamento.

Pode parecer muito para inicio, mas o gasto é apenas uma acumulação de custos.

Terá de pagar o mês em que inicia o arrendamento, duas (ou se tiver sorte, uma) rendas de caução e um equivalente a um mês de renda de comissão (atenção: existem regras para a aplicação destas comissões, a serem faladas num outro artigo). Ao todo, poderá ter de pagar o equivalente a quatro meses de renda.

Se estiver a ser relocado pelo seu empregador, certifique-se com a sua empresa, quem será o responsável pelo pagamento.

 

3- A QUEM LIGAR EM CASO DE PROBLEMAS

A sua agência de arrendamento não o poderá ajudar se algo correr mal. O responsável é o proprietário do imóvel, embora a sua agência possa intermediar entre vós. Se houver uma infiltração, por exemplo, o proprietário é o responsável. Em caso de uma torneira a verter, uma fechadura estragada ou uma pequena avaria eléctrica, o responsável pelo arranjo é o arrendatário, ou seja, você.

 

4- TAXAS NÃO INCLUÍDAS NO "TUDO INCLUÍDO"

O termo "tudo incluído" é uma contradição, pois na verdade isso não acontece. Este termo aplica-se aos gastos com electricidade, água, gás ou até wi-fi, mas não ás taxas municipais e regionais. O inquilino é responsável pelo pagamento das taxas de recolha de lixo ou protecção de diques, por exemplo.

 

5- ANIMAIS

Não se esqueça de referir que tem, ou está com intenções de ter, um animal de estimação. Existem imóveis onde não são permitidos e outros onde são. A sua agência tendo esta informação, poderá mostrar-lhe os imóveis que melhor se aplicam para o seu caso.

É que ter um cão ou um gato, leva a algumas mudanças no contrato de arrendamento, como por exemplo, o pagamento de uma caução extra devido ao risco de estragos causados pelos animais.

 

6- PARTILHA

Tal como no caso dos animais de estimação, também a partilha de imóvel (i.e. aluguer de quartos a terceiros e partilha de zonas comuns) deve ser discutida com a sua agência ou senhorio. Existe mercados onde são alugados imóveis destinados à partilha e outro para o arrendamento normal.

 

7- MERCADO EXPAT VERSUS MERCADO HOLANDÊS

Há uma diferença entre alugar através de uma agência virada para o mercado expat e uma do mercado holandês. As agências especializadas no mercado expat têm normalmente casa mobiladas e por mobilar disponíveis, para que assim cheguem aos diferentes desejos dos clientes. Há quem imigre sem nada e há que o faça com a "casa atrás".

Se preferir agências do mercado holandês, tome atenção. Existem muitas e diferentes clausulas contratuais diferentes, mas o que mais se distingue, é poder encontrar espaços com uma total ausência de chão acabado e/ou luz. Para um imigrante, isto é com certeza um choque e nada prático para quem aqui chega a primeira vez.

 

8- CONTRATOS FALADOS

Por Lei, acordos verbais são também vinculativos na Holanda. Mesmo sem assinar nada, um acordo falado é legal e vinculativo por Lei, por isso tome atenção ao debaterem todas as opções e informações entre inquilino e senhorio/agência. Mas jogue sempre pelo seguro: peça contrato escrito e assinado.

 

9- SISTEMA DE PONTOS E RENDIMENTOS

Na Holanda, as rendas são determinadas por um sistema de pontos, que são usados para determinar o valor da renda versus qualidade do espaço alugado, seja ele uma casa, apartamento ou quarto.

Rendas baixas, são normalmente imóveis no mercado controlado e só terão acesso a este mercado, pessoas ou famílias de rendimentos baixos.

E nunca se esqueça. Se lhe parecer "bom demais para ser verdade", isso quer normalmente dizer isso mesmo.

 

10- CENTROS HISTÓRICOS

Pode parecer poético ou romântico viver dentro de um centro histórico, mas rapidamente se pode transformar num pesadelo, especialmente na sua carteira. Num centro histórico, os imóveis são bonitos e diferentes, em zonas turísticas e de beleza mais cuidada, mas também são zonas onde as casas são antigas.

Com isto quer-se dizer, que são edifícios de valor histórico, alguns mesmo monumentos, onde a realização de obras obedecem a rígidas regras de preservação e onde se encontram casas ou apartamentos sem vidro duplo ou com fraca isolação, o que se poderá revelar caro no aquecimento devido à fraca protecção contra perdas de calor. E não se esqueçam, os Invernos aqui podem ser frios e tendo um imóvel fraca isolação, também caro na conta da luz/gás.

 

Artigo redigido através da Perfect Housing.

 

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